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Autonomous se destaca na Conferência Gartner Segurança & Gestão de Risco 2026

A Central IT participou do evento em parceria com a Protect4 e apresentou ao mercado o Autonomous, uma abordagem para cibersegurança e operações de TI impulsionada por IA. A proposta não é somar mais uma ferramenta ao ambiente: é fazer o ecossistema que já existe trabalhar junto.

Abertura da apresentação do Autonomous da Central IT na Conferência Gartner Segurança e Gestão de Risco 2026

O que a Central IT levou ao evento

A Central IT participou da Conferência Gartner Segurança & Gestão de Risco 2026 em parceria com a Protect4, com quem já opera a frente de cibersegurança como serviço. Levou ao mercado o Autonomous, apresentado ali como uma nova abordagem para cibersegurança e operações de TI impulsionada por inteligência artificial.

Ao longo do evento, executivos e especialistas conheceram a proposta, acompanharam demonstrações e puderam entender o potencial de uma plataforma criada não para ser apenas mais uma ferramenta, mas para orquestrar todo o ecossistema tecnológico da operação. Entre os retornos recolhidos, um se repetiu: para muitos participantes, o Autonomous esteve entre as soluções que mais chamaram atenção no evento.

Não estamos adicionando mais uma ferramenta ao ambiente. Estamos criando uma inteligência capaz de fazer todo o ecossistema trabalhar junto.

O problema que o mercado levou para a conferência

Quem administra segurança e operações convive com a mesma cena. O ambiente tem ferramenta para detectar, ferramenta para monitorar, ferramenta para registrar chamado e ferramenta para gerir ativo — cada uma com o seu console, o seu alerta e a sua fila. O que falta não é dado: é alguém que junte os dados e diga o que fazer primeiro.

Nesse desenho, o custo aparece no intervalo entre as áreas. O alerta nasce na segurança, mas a correção depende da operação. As duas usam critérios diferentes de prioridade. E o tempo mais caro de um incidente costuma ser o primeiro: aquele em que as equipes ainda estão confirmando o que aconteceu e definindo quem deve agir.

Somar mais uma ferramenta a esse ambiente não resolve. Transfere o problema de lugar.

Como o Autonomous funciona: quatro movimentos

A proposta apresentada na conferência descreve um ciclo em quatro tempos, e é ele que separa uma plataforma que orquestra de uma ferramenta que apenas alerta.

01

Conecta

Reúne dados, ativos, ferramentas e processos que hoje vivem em consoles separados.

02

Compreende

Lê o contexto da operação, e não só o alerta isolado que disparou.

03

Prioriza

Identifica o que exige ação agora e o que pode esperar, com critério explícito.

04

Coordena

Aciona a resposta pelos componentes do ambiente, dentro das suas regras e com trilha.

A diferença prática está no terceiro e no quarto movimento. Detectar é comum; qualquer ferramenta de mercado detecta. Priorizar com base no contexto da operação e coordenar a resposta pelos componentes do ambiente é o que exige entender ativos, serviços e processos ao mesmo tempo — e é aí que a arquitetura pesa mais que o algoritmo.

As três camadas da arquitetura

O que foi demonstrado no evento não é um produto isolado, e sim três camadas que se completam.

Reunidas, as três formam uma arquitetura em que inteligência artificial, agentes, automação, governança e orquestração passam a trabalhar como uma única operação. É essa integração — e não a autonomia isolada de um agente — que sustenta o argumento levado à conferência.

Por que segurança e operação precisam ser a mesma operação

Historicamente, cibersegurança e operações de TI evoluíram em trilhos separados. Uma cuida do risco, a outra da disponibilidade. Mas o incidente não respeita esse organograma: a vulnerabilidade explorada é a de um ativo que a operação mantém, e a indisponibilidade que o usuário sente pode ter começado num evento de segurança.

Quando as duas frentes compartilham contexto, prioridade e trilha, três coisas mudam:

Autonomia com governança: quem continua no comando

Toda conversa sobre IA que executa esbarra na mesma pergunta, e ela foi feita no evento: se a plataforma age sozinha, quem responde pela ação?

A resposta está na assinatura do produto — inteligência que executa, pessoas que lideram. A autonomia é exercida dentro de políticas, níveis de risco e alçadas definidas pela organização. As regras são suas, a aprovação é sua, e a trilha registra cada ação, humana ou automática. Governar agentes, aliás, é o que separa escala de descontrole: a própria Gartner projeta um salto de menos de 15 para mais de 150 mil agentes de IA por empresa até 2028.

Leia também: o Hype Cycle de IA para ITSM 2026, em que a Gartner aponta dados e governança — e não autonomia — como o que decide o valor da IA.

Veja a apresentação

A Central IT disponibilizou no YouTube a apresentação da solução mostrada na conferência.

Apresentação do Autonomous. Assistir no YouTube.

Perguntas frequentes

O que é o Autonomous da Central IT?

O Autonomous é o motor de IA multiagente da Central IT: ele transforma sinais do ambiente em decisões, respostas e ações coordenadas, com contexto e governança de ponta a ponta. Em vez de responder perguntas, ele conecta dados, ativos, ferramentas e processos, compreende o contexto da operação, identifica prioridades e coordena a resposta. É uma abordagem para cibersegurança e operações de TI impulsionada por inteligência artificial.

O que a Central IT apresentou na Conferência Gartner Segurança & Gestão de Risco 2026?

A Central IT participou da Conferência Gartner Segurança & Gestão de Risco 2026 em parceria com a Protect4 e apresentou ao mercado a plataforma Autonomous. Ao longo do evento, executivos e especialistas conheceram a proposta e acompanharam demonstrações da plataforma operando. Segundo o retorno de muitos participantes, o Autonomous esteve entre as soluções que mais se destacaram no evento.

Qual a diferença entre o Autonomous e mais uma ferramenta de segurança?

A diferença está no papel que ele ocupa. Uma ferramenta nova soma um console a mais ao ambiente e transfere ao time o trabalho de correlacionar. O Autonomous não foi criado para ser mais uma ferramenta, e sim para orquestrar o ecossistema tecnológico que já existe: ele conecta o que está instalado, entende o contexto e coordena a resposta entre os componentes.

Como Autonomous, HyperAgents e CITSmart X² se relacionam?

São três camadas de uma arquitetura só. O Autonomous é a inteligência que compreende o contexto e decide. Os HyperAgents ampliam essa capacidade interagindo com os sistemas e executando ações nos diferentes componentes do ambiente. O ecossistema CITSmart X² adiciona gestão de serviços, ativos, operações e processos, trabalhando de forma integrada com essa inteligência. O resultado é IA, agentes, automação, governança e orquestração operando como uma única operação.

O que significa unir cibersegurança e operações de TI numa operação só?

Significa acabar com a separação entre quem detecta e quem resolve. Hoje o alerta nasce na segurança e a correção depende da operação, cada uma com ferramentas, filas e prioridades próprias, e o tempo se perde no intervalo entre as duas. Quando as duas compartilham contexto, prioridade e trilha, o sinal de risco já chega como demanda com dono, prazo e registro de tudo o que foi feito.

A IA decide sozinha? Quem continua no controle?

As regras, a aprovação e a trilha continuam com as pessoas. É o que a assinatura do Autonomous resume: inteligência que executa, pessoas que lideram. A autonomia é aplicada dentro de políticas, níveis de risco e alçadas definidas pela organização, e cada ação, humana ou automática, fica registrada com quem fez, quando e sob qual regra.

Onde assistir à apresentação do Autonomous?

A Central IT disponibilizou a apresentação da solução no YouTube, no canal da empresa. O vídeo mostra a proposta apresentada na Conferência Gartner Segurança & Gestão de Risco 2026.