Inteligência que executa. Pessoas que lideram.
Orquestrador autônomo de Cibersegurança e Operações de TI, impulsionado por Inteligência Artificial. O trabalho operacional passa a ser executado, coordenado e escalado pela tecnologia, com as pessoas no centro das decisões.
Da tecnologia que apoia à inteligência que executa.
Durante anos, as organizações compraram ferramentas para apoiar o trabalho das equipes. Mesmo com várias plataformas, a operação continuou dependendo de pessoas para observar ambientes, interpretar eventos, relacionar informações, definir prioridades e coordenar respostas.
- Muitas ferramentas e pouca integração.
- Muitos alertas e pouca prioridade.
- Ferramentas subutilizadas.
- Respostas dependentes de poucos especialistas.
- Capacidades contratadas e pouco aproveitadas.
- Uma inteligência que entende, coordena e executa.
- Contexto para identificar o que realmente importa.
- Execução conectada a ferramentas, processos e especialistas.
- Pessoas definindo direção, regras e limites.
Service as a Software: o serviço deixa de ser apenas apoiado pela tecnologia e passa a ser executado por ela.
O Autonomous não adiciona mais uma ferramenta. Ele transforma o ecossistema existente em uma operação integrada, inteligente e autônoma.
Seis recursos que transformam sinais em ação controlada.
Correlação de sinais
Conecta logs, alertas e eventos de fontes distintas em uma leitura única, eliminando ruído e apontando o que importa.
Priorização por impacto
Classifica criticidade com base no contexto do negócio (ativos, dependências e vulnerabilidades), não só na severidade técnica.
Decisão configurável
Sugere, encaminha para aprovação humana ou executa automaticamente, conforme a regra de cada caso e serviço.
Execução assistida ou autônoma
Atua no nível de autonomia definido, sempre dentro dos controles e políticas da organização.
Aprendizado contínuo
Registra contexto, decisões e resultados para melhorar a qualidade das respostas a cada ciclo operacional.
Integração com o ecossistema
Encaixa nas ferramentas e ambientes já existentes, ampliando o valor do que você já tem sem substituição de stack.
Um ciclo contínuo de análise, decisão, execução e aprendizado.
Cada etapa é conduzida por agentes especializados, que atuam de forma coordenada.
- 1
Observa
Acompanha eventos, métricas, alterações, vulnerabilidades e comportamentos.
- 2
Interpreta
Compreende o contexto em que cada situação ocorre.
- 3
Correlaciona
Relaciona cibersegurança, operações, risco, impacto e dependências.
- 4
Prioriza
Identifica o que exige atenção imediata.
- 5
Planeja
Define a resposta mais adequada para cada situação.
- 6
Executa
Aciona ferramentas, automações e processos.
- 7
Aprende
Verifica o resultado e registra o aprendizado.
Da ameaça de segurança à degradação de infra.
O Autonomous AI opera em qualquer cenário onde sinais precisam virar ações coordenadas, com governança e rastreabilidade de ponta a ponta.
Ameaça contida na origem, com registro
Movimentação lateral suspeita detectada pelo Watcher, correlacionada pelo Analyst, plano de contenção revisado e executado, tudo rastreado.
- Detecção e correlação de ameaças
- Plano de contenção validado contra políticas
- Isolamento autônomo ou sob aprovação
Menos fadiga de alertas, foco no crítico
Volume massivo de alertas colapsado em poucos incidentes priorizados. O analista recebe apenas o que realmente exige atenção.
- Correlação que elimina o ruído
- Fila priorizada por impacto real
- Contexto completo no incidente
Degradação tratada antes da queda
Desvio gradual detectado cedo pelo Watcher. Analyst propõe ação preventiva. Executor atua, Evaluator verifica e registra.
- Detecção precoce de degradação
- Ação preventiva antes da indisponibilidade
- Ciclo completo registrado para auditoria
Onde o Autonomous AI entra, e o que a organização ganha.
Do SOC à infraestrutura e às áreas corporativas, sinais viram resposta coordenada, com governança de ponta a ponta.
Cibersegurança
Detecção, priorização e resposta a ameaças com mais contexto e velocidade.
NOC, SOC e sustentação
Redução de sobrecarga de alertas e ganho de produtividade operacional.
Redes e ambientes integrados
Resposta coordenada em operações distribuídas com múltiplas fontes.
Infraestrutura e operações de TI
Antecipação de indisponibilidades e aceleração da atuação sobre incidentes.
Áreas corporativas críticas
Aplicação em jurídico, contratos, RH, compliance e operações internas.
Resultados que a operação sente no dia a dia.
Mais agilidade operacional
Menos tempo entre identificar, analisar e agir.
Menos esforço em análises repetitivas
O trabalho de triagem sai da fila das pessoas.
Priorização baseada em contexto e impacto
O que é crítico aparece primeiro, não o que é mais barulhento.
Maior aproveitamento das ferramentas existentes
O que já foi contratado passa a ser usado de ponta a ponta.
Redução de análises manuais e fragmentadas
Uma leitura só, em vez de uma por plataforma.
Mais previsibilidade e continuidade operacional
Respostas consistentes, independentemente de quem está de plantão.
Governança e rastreabilidade sobre decisões e ações
Cada decisão fica registrada, com contexto e critério.
Capacidade de escalar sem crescer a equipe
O volume cresce sem crescimento proporcional do time.
Autonomous no ecossistema CITSmart X².
O Autonomous não atua sozinho. Ele orquestra os produtos do ecossistema CITSmart X² e se integra à plataforma Hyper Agents.
- SOAR
- SIEM
- XDR
- Agentic SOC
- Agentic NOC
Não é apenas mais um módulo do ecossistema. É a camada de execução que conecta CITSmart X² e Hyper Agents em uma operação única.
Inteligência para executar. Controle para liderar.
A autonomia do Autonomous respeita as políticas, os limites e o nível de risco definidos pela organização. Todas as ações são registradas, permanecem auditáveis e, quando aplicável, podem ser revertidas, independentemente do modo de operação escolhido.
- 1
Assistida
O Autonomous interpreta, correlaciona e recomenda. A equipe conduz a ação.
- 2
Aprovada
O Autonomous planeja e prepara a resposta. A execução ocorre após autorização.
- 3
Automática
O Autonomous executa dentro de limites e regras previamente estabelecidos.
Políticas e níveis de risco
cada agente dentro das regrasCada agente atua dentro de regras, limites e níveis de autonomia definidos pela organização, sem ação além do escopo aprovado.
Aprovação humana no fluxo
decisões sensíveis validadasDecisões sensíveis podem exigir validação de uma pessoa antes da execução, mantendo o controle onde o risco exige.
Rastreabilidade das decisões
auditoria completaContexto, critério e resultado de cada ação ficam registrados para auditoria, conformidade e aprendizado contínuo.
Multi-LLM sem lock-in
liberdade de modeloOs agentes podem utilizar diferentes modelos de IA conforme a tarefa, a política da organização e a estratégia tecnológica.
Da fundação à inteligência contínua.
O Autonomous é implantado em fases, da descoberta operacional à segurança orquestrada por IA. Cada fase amplia a autonomia da operação, sempre dentro dos mesmos três modos de governança.
Fundação e descoberta
Semanas 1 a 6Discovery de ativos e topologia, ITAM para inventário de ativos de TI e ITOM para a gestão das operações.
Monitoramento e ingestão de dados
Semanas 7 a 16Monitoração de saúde e performance, e coleta centralizada de logs e eventos.
Otimização e gestão operacional
Semanas 17 a 28SAM para ativos de software, HAM para hardware, e deploy e patch management com correções automatizadas.
AIOps avançado e inteligência central
Semanas 29 em dianteIntegração e estratégia de AIOps, LLM central para análise do ambiente, CVE e CVSS embarcados, e AIOps ativo com orquestração, causa raiz e resposta automatizada.
IA que age é diferente de IA que apenas responde.
Organizações que adotam agentes autônomos respondem mais rápido, com menos equipe e mais consistência, independente do horário ou volume de eventos.
dos CISOs planejam expandir IA em operações de segurança
Fonte · IBMde redução no tempo de resposta a incidentes com IA
Fonte · Gartnermais incidentes tratados com a mesma equipe
Fonte · Forresterdas empresas usarão IA autônoma em infra até 2029
Fonte · GartnerDúvidas comuns sobre o Autonomous AI.
Os agentes operam sem supervisão humana?
Somente dentro dos limites que você define. Para cada tipo de ação, você configura se o agente notifica, sugere, espera aprovação ou executa. Nenhuma ação ultrapassa o escopo aprovado pela organização.
Como o Autonomous AI se diferencia do AIOps?
O AIOps foca em correlação de alertas e remediação de infraestrutura. O Autonomous AI é um motor multiagente mais amplo: abrange cibersegurança, NOC, SOC, infra e áreas corporativas, com agentes especializados em cada etapa do ciclo.
Funciona com as ferramentas de segurança que já temos?
Sim. O Autonomous AI se integra ao ambiente existente (SIEM, EDR, monitoramento, ITSM), recebendo eventos e atuando sobre eles sem exigir substituição de ferramentas.
Quanto tempo leva para os agentes aprenderem o ambiente?
O Watcher começa a identificar padrões nas primeiras horas. O nível de confiança das recomendações cresce nas primeiras semanas, com o Evaluator registrando cada ciclo para aprimorar as respostas futuras.
Como contratar?
Por quatro caminhos: comercial direto, AWS Marketplace, SERPRO e TELEBRAS. Órgãos públicos costumam encontrar o caminho mais curto nas estatais com as quais já têm contrato. Os detalhes de cada caminho estão em centralit.com.br/como-contratar.
Autonomia com propósito. Governança com rastreabilidade.
Veja como os agentes do CITSmart Autonomous AI operam no contexto da sua organização, com os controles que você precisa.
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