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O processo deixa de só executar. Passa a decidir e a aprender.

Automação de processos com modelagem BPMN 2.0, ambiente low-code e IA dentro do fluxo. O caminho é escolhido pelo contexto, não por uma regra fixa escrita há dois anos.

BPMN 2.0 modelagem visual, sem programação pesada
22 práticas nativas, do incidente ao CMDB
PinkVerify certificado e aderente ao ITIL
Definição · Cognitive Workflows

O que é um processo cognitivo.

A automação tradicional executa o que foi escrito. O processo cognitivo interpreta o dado, analisa o contexto, decide e evolui. O CITSmart Workflow é uma plataforma 100% web que conecta pessoas e recursos digitais, com modelagem visual em BPMN 2.0, ambiente low-code e inteligência dentro do fluxo. Nasceu atendendo ITSM sob o framework ITIL da Pink Elephant, é certificado PinkVerify e PeopleCert e incorpora práticas de CMMI, PMBOK, COBIT, Six Sigma e ISO 20000.

Para quem o processo trabalha

01 Solicitante
02 Executor
03 Gestor operacional
04 TI e Arquitetura
05 PMO e Estratégia
06 Áreas de negócio

O mesmo processo entrega uma experiência diferente para cada papel. E o motor não é exclusivo da TI: roda também em RH, Compras, Jurídico, Financeiro, Comunicação e Educação, das solicitações de férias e benefícios à gestão de contratos.

Recursos

Modelar, decidir, integrar e provar.

Da modelagem visual à trilha de auditoria, o que o processo precisa para sair do desenho e sustentar operação real.

Workflow Digital Inteligente

Modelagem em BPMN 2.0 com tarefas, eventos, gateways, pools e raias, conectando as equipes em torno do fluxo. Quem desenha é quem conhece o processo, não quem programa.

Ambiente low-code

Fluxo complexo construído visualmente, sem código pesado, e extensível quando o caso exige mão de desenvolvedor.

Gateways cognitivos e Aura

A decisão de caminho considera impacto, urgência e histórico. Com Aura e CitBot, o atendimento recorrente se resolve na própria conversa.

Portais e Centro de Experiências

Portais de serviço e construtor de espaço de trabalho digital, com formulários que se adaptam em tempo real ao contexto do solicitante.

Regras condicionais

Variáveis, expressões e condições avançadas, com o comportamento do fluxo declarado e não escondido em código.

Integração via API

Conexão com ERP, CRM e sistemas externos, para o processo puxar e devolver dado sem etapa manual no meio.

Alertas preditivos

Monitoramento contínuo que avisa antes do estouro de prazo, e não no relatório do mês seguinte.

Auditoria e versão

Cada execução rastreável, cada versão do processo preservada, com permissões por papel e alçada.

A jornada

Do desenho ao processo rodando, em quatro fases.

Nenhuma automação entra antes de o processo estar entendido. O que se automatiza mal só erra mais rápido.

Fase 01 · Descoberta

Mapeamento do processo

Primeiro o fluxo real, depois o fluxo desenhado.

  • Levantamento do caminho, das exceções e dos donos
  • Regras que hoje moram na cabeça de alguém
  • Linha de base de prazo, volume e retrabalho
Fase 02 · Desenho

Modelagem em BPMN

O processo desenhado é o processo que executa.

  • Modelagem visual com tarefas, gateways e raias
  • Formulários e regras condicionais definidos
  • Pontos de decisão cognitiva identificados
Fase 03 · Integração

Conexão e publicação

O processo entra no ar conectado ao que já existe.

  • Integração com ERP, CRM e bases via API
  • Permissões, alçadas e trilha de auditoria
  • Publicação assistida, com versão controlada
Fase 04 · Evolução

Melhoria contínua

O processo aponta onde ele próprio trava.

  • Gargalos detectados sobre a execução real
  • Ajuste de regra e de caminho a cada ciclo
  • Indicadores acompanhados por painel, não por planilha
Camada de IA

A IA dentro do fluxo, não ao lado dele.

A diferença entre automatizar e pensar está em onde a inteligência mora: no ponto de decisão do processo, com acesso ao contexto e ao histórico.

Decisão contextual

O caminho é escolhido pelo contexto do caso, não por uma condição fixa que envelheceu.

Processo que aprende

Padrões de execução revelam gargalo e retrabalho, e viram sugestão de melhoria do próprio fluxo.

Menos retrabalho

O direcionamento certo e o formulário adaptado fazem a tarefa chegar pronta a quem vai executar.

Visão antecipada

O gestor recebe o alerta antes do problema, com o risco apontado enquanto ainda dá para agir.

Diferenciais

O que muda quando o processo pensa.

01
Decisão

Contexto no lugar de regra fixa

Regra fixa envelhece no dia seguinte à publicação. O gateway cognitivo avalia impacto, urgência e histórico, então o processo acompanha a realidade em vez de brigar com ela.

02
Autonomia

Quem conhece o processo constrói

A modelagem visual em BPMN e o ambiente low-code tiram a fila de desenvolvimento do caminho. A área desenha, testa e publica.

03
Governança

Flexível sem virar bagunça

Padronização com espaço para adaptação, sob permissão, alçada e versionamento. Cada execução fica rastreável, então flexibilidade não custa controle.

04
Evolução

O fluxo mostra onde trava

O gargalo aparece na execução real, não numa reunião de percepção. A melhoria é dirigida por dado do próprio processo.

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre Workflow e BPMS.

Preciso saber programar para modelar um processo?

Não. A modelagem é visual, em BPMN 2.0, e o ambiente é low-code. Para casos avançados, desenvolvedores estendem via API e regras, mas o desenho do fluxo é de quem conhece o processo.

Qual a diferença para uma automação comum?

A automação comum executa o que foi escrito. Aqui o ponto de decisão avalia contexto, impacto e histórico, e o processo evolui a partir da própria execução.

Integra com os sistemas que já usamos?

Sim, via API, com ERP, CRM e sistemas internos. O processo puxa e devolve dado sem etapa manual no meio, e o sistema de origem continua sendo o seu.

Serve para qualquer área?

Sim. Processo é processo, seja em RH, Financeiro, Jurídico, Compras ou TI. O que muda é a regra e o formulário, não o motor.

Como fica a auditoria?

Cada execução é rastreável e cada versão do processo é preservada, com permissões por papel e alçada. A trilha existe desde a primeira publicação, não só quando o auditor chega.

Dá para começar por um processo só?

Sim, e é o recomendado. Um processo modelado, publicado e medido dá o método e o vocabulário para os próximos entrarem com previsibilidade.

Como contratar?

Por quatro caminhos: comercial direto, AWS Marketplace, SERPRO e TELEBRAS. Órgãos públicos costumam encontrar o caminho mais curto nas estatais com as quais já têm contrato. Os detalhes de cada caminho estão em centralit.com.br/como-contratar.

Próximo passo

Comece pelo processo que mais trava hoje.

Traga o processo que mais gera retrabalho. Modelamos junto e mostramos onde a decisão cognitiva encurta o caminho.

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