Tempo de resposta às ocorrências 43% menor, com critérios de classificação e acionamento estruturados.
Contexto do projeto
Que operação é essa, que ativos ela mantém em funcionamento e o que uma ocorrência exigia antes de o equipamento voltar.
Aqui a gestão de serviços não veio corrigir. Veio preservar.
Uma grande empresa de geração de energia elétrica opera infraestrutura crítica: unidades geradoras, sistemas elétricos, equipamentos eletromecânicos, controle, automação, proteção e telecomunicações. O que ela entrega, na prática, é disponibilidade energética — 24 horas por dia, sem interrupção.
A operação já tinha alto nível de maturidade técnica, segurança e disponibilidade, e esse foi o ponto de partida do projeto. Em parceria com a Central IT, a gestão de serviços entrou para preservar essa excelência num ambiente cada vez mais complexo, conectando ocorrência, ativo, intervenção, mudança e conhecimento numa mesma jornada.
Sobre a operação
Empresa não identificada. Os dados descrevem o porte e o perfil da operação.
Setor
Geração de energia elétrica em grande escala
Regime
Operação contínua, 24 horas por dia, sete dias por semana
Ativos
Turbinas, geradores, transformadores, automação e proteção
Áreas envolvidas
Operação, manutenção, engenharia, automação, suprimentos
Foco da solução
- Ocorrência ligada ao ativo, à causa e à intervenção
- Mudança com análise de impacto, risco e janela
- Conhecimento técnico registrado e reutilizável
Resultados em números
24x7
Continuidade
pendências e riscos atravessam a troca de turno.
0%
Tempo de resposta
menor no tratamento das ocorrências.
0%
Recorrência
menor nas falhas tratadas como problema.
6 jornadas
Integradas
ocorrência, incidente, problema, manutenção, mudança e conhecimento.
Pontos estratégicos
Desafios
Uma ocorrência identificada pela Operação podia exigir diagnóstico da Engenharia, atuação da Manutenção, avaliação de sistemas, disponibilidade de peças, mobilização de fornecedores e testes antes da liberação do equipamento. Cada etapa precisava responder o que aconteceu, qual ativo está envolvido, qual a criticidade, se há impacto na geração, quem responde e qual o prazo.
Retirar um ativo crítico de operação exige planejamento de janela, impacto, profissionais, materiais, documentação, segurança e testes. Some a isso um ciclo prolongado de modernização tecnológica, com equipamentos existentes convivendo com novas tecnologias, e cada mudança exigindo avaliação rigorosa de impacto e risco.
Dois desafios são próprios de quem opera 24 horas por dia. O primeiro é a troca de turno: ocorrências abertas, riscos, restrições e decisões precisam atravessá-la sem perder contexto. O segundo é o conhecimento — décadas de operação produziram um acervo técnico enorme, e parte dele existia apenas na experiência de quem estava de plantão naquela noite.
Solução
O projeto partiu de uma premissa que mudou o desenho inteiro: a operação já era excelente. O objetivo não era corrigir, era transformar experiência operacional em processo digital, integrado e mensurável — preservando o que já funcionava enquanto o ambiente ficava mais complexo.
A gestão de serviços passou a funcionar como camada de orquestração, em seis frentes. Ocorrências operacionais ganharam registro estruturado, criticidade, ativo relacionado, responsável, prazos e encerramento formal. Incidentes críticos ganharam matriz de acionamento, escalonamento e uma visão única de acompanhamento. E a gestão de problemas passou a ligar ocorrência, causa, ativo, solução e prevenção, revelando falhas recorrentes e os ativos com maior incidência.
As outras três frentes fecharam o ciclo: a integração com manutenção, que conecta detecção, diagnóstico, preparação, intervenção, testes e retorno à operação; a gestão de mudanças, com impacto, risco, aprovação, janela e validação; e a gestão do conhecimento, que transformou procedimentos, erros conhecidos e diagnósticos num acervo consultável — em vez de um saber que sai da empresa quando a pessoa sai.
Entrega mensurável
O que mudou, e o que já era bom
Nenhum ganho de disponibilidade é reivindicado aqui. A operação já operava em nível elevado, e o projeto entrou para sustentar isso.
Resultados
Recorrência 38% menor nas falhas tratadas pela gestão de problemas.
Preparação de intervenções 29% mais rápida, com materiais, janela e responsáveis definidos antes.
Operação, manutenção e engenharia trabalhando dentro da mesma jornada de atendimento.
Mudanças em sistemas críticos com impacto, risco, aprovação e testes num fluxo controlado.
Cada ativo passou a ser visto junto do seu histórico operacional e das causas conhecidas.
Continuidade entre turnos: pendências, riscos e decisões atravessam a troca com contexto.
Intervenções de fornecedores acompanhadas dentro da mesma visão operacional.
Impacto
O maior ganho foi criar conexão entre elementos que sempre fizeram parte da mesma realidade e eram acompanhados separados: ocorrência, ativo, pessoa, manutenção, problema, mudança e fornecedor. Numa operação que já era madura, o valor não estava em corrigir o que falhava — estava em transformar décadas de experiência técnica em processo digital, mensurável e transferível.
Porque esse é o nosso negócio: empoderar pessoas. Impactar organizações.
Demonstração
Uma anormalidade às 03h40, e o turno que vem depois.
Um vídeo contínuo pelo sistema, no caminho de uma ocorrência de madrugada numa operação que não pode parar — e do conhecimento que fica registrado quando ela se encerra.
Centro de operação
Ocorrências, intervenções, mudanças e conhecimento técnico, 24 horas por dia.
Registrar ocorrência
Três e quarenta da manhã. A operação não fecha, e o turno vira.
- Três e quarenta da manhã. A operação não fecha, e o turno vira.
- Aqui a gestão de serviços não veio corrigir. Veio preservar.
- Uma anormalidade num ativo crítico exige método, não pressa.
- Vibração acima do normal na unidade três. O operador reduz a carga.
- O sistema reconhece o ativo e lembra: já aconteceu duas vezes.
- E a decisão da madrugada atravessa a troca de turno com contexto.
- Ocorrência, alarme, mudança e problema, cada um no seu lugar.
- A terceira ocorrência igual deixa de ser coincidência e vira problema.
- Uma ocorrência aqui envolve operação, engenharia e manutenção.
- Ativo, causa, intervenção e fornecedor passam a se relacionar.
- E décadas de experiência deixam de morar só em quem está de plantão.
- Resposta mais rápida, menos recorrência, e o conhecimento registrado.
- Numa operação que não pode parar, o que se gerencia é a jornada.
Fale com um especialista CentralIT
Numa operação madura, o ganho não está em corrigir. Está em registrar o que ela já sabe fazer, para que isso atravesse turnos, gerações e mudanças de tecnologia.

