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Quando o equipamento para, o hospital não pode esperar

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Equipamentos médico-hospitalares em ambiente clínico, com gestão de serviços ponta a ponta

Contexto do projeto

Que operação é essa, quais hospitais ela atende e como as áreas se coordenavam a cada chamado de equipamento.

Cada chamado é um equipamento, um contrato e um prazo.

Uma empresa de locação e gestão de equipamentos médico-hospitalares atende hospitais, clínicas e unidades de saúde em várias regiões. Comercial técnico, engenharia clínica, logística, suporte, manutenção, qualidade, contratos e financeiro precisam agir juntos em cada solicitação — e parte das informações vivia em planilhas, e-mails e sistemas separados.

Em parceria com a Central IT, a operação passou a tratar solicitação, equipamento, contrato, prazo e evidência sob um único fluxo, com responsável, status e indicador em cada etapa.

Sobre a operação

Empresa não identificada. Os dados descrevem o porte e o perfil da operação.

  • Setor

    Locação e gestão de equipamentos médico-hospitalares

  • Clientes

    Hospitais, clínicas e unidades de saúde em várias regiões

  • Operação

    1.800 manutenções preventivas e 620 calibrações por mês

  • Áreas envolvidas

    Engenharia clínica, logística, suporte, manutenção, contratos

  • Foco da solução

    • Prioridade por criticidade do equipamento e do ambiente
    • Histórico, laudo e evidência por ativo
    • Prazo de atendimento acompanhado por contrato

Resultados em números

0%

Prazo cumprido

nos serviços críticos, contra 74% antes.

0%

Incidentes críticos

menos tempo de resolução: de 5h36 para 3h18.

0%

Troca emergencial

mais rápida: o ciclo caiu de 11 para 6 horas.

12.400

Atendimentos/mês

contra 9.500, sem aumento proporcional da equipe.

Pontos estratégicos

Desafios

Numa UTI, num centro cirúrgico ou num pronto atendimento, a demora para atender um equipamento parado compromete a rotina assistencial. A empresa precisava separar o que era crítico do que era programado — um ventilador pulmonar em UTI não pode disputar fila com uma cama hospitalar em manutenção prevista.

Havia um conjunto de perguntas que a operação precisava responder na hora e não conseguia: qual hospital solicitou, qual equipamento está envolvido, onde ele está, qual a criticidade, quem é o responsável, qual o prazo contratado, se a preventiva está em dia, se a calibração foi feita, se existe evidência registrada e se o cliente já recebeu retorno. Cada resposta morava num lugar diferente.

O volume agravava tudo. São 1.800 manutenções preventivas e 620 calibrações por mês, cada uma exigindo agenda, responsável, laudo e comprovação técnica. Comercial técnico, engenharia clínica, logística, suporte, manutenção, qualidade, contratos e financeiro precisavam agir juntos, e parte da informação vivia em planilhas, e-mails e mensagens soltas.

Solução

O primeiro movimento foi ensinar a operação a distinguir urgência de rotina. Prioridade e prazo passaram a sair do equipamento e do ambiente em que ele está, não da ordem de chegada: um ventilador em terapia intensiva e uma cama em revisão programada deixaram de ocupar a mesma fila.

Sobre isso vieram catálogo de serviços, portal de atendimento, filas por criticidade, prazos por tipo de contrato, alertas e escalonamentos. Cada ativo ganhou histórico próprio — localização, status, contrato, manutenções, calibrações e atendimentos associados —, e a agenda preventiva passou a ter responsável e evidência anexada.

A troca emergencial, que era uma corrida por telefone, virou fluxo com aprovação, separação, despacho e confirmação. E o laudo deixou de ser papel avulso: passou a ficar preso ao equipamento, disponível para auditoria e para o próximo técnico que o atender.

Entrega mensurável

O que a operação passou a distinguir

Antes, o ventilador da UTI e a cama em revisão esperavam na mesma fila. Os números abaixo são o que mudou quando pararam de esperar.

Resultados

Cumprimento de prazo de 96% nos serviços críticos, contra 74% antes.

Tempo médio de atendimento técnico 34% menor: de 9h48 para 6h30.

Incidentes críticos resolvidos 41% mais rápido: de 5h36 para 3h18.

Ciclo de troca emergencial 46% menor: de 11 para 6 horas.

Atrasos em manutenção preventiva reduzidos em 52%.

Calibrações com documentação completa no histórico: de 62% para 89%.

Volume tratado 31% maior: de 9.500 para 12.400 atendimentos por mês.

Retrabalho entre áreas 37% menor, e 18% de redução em custos de deslocamento e atendimento mal direcionado.

Impacto

O ganho maior não está num indicador isolado, e sim naquelas perguntas que antes não tinham resposta rápida. Qual equipamento, onde está, qual contrato, quem responde, qual prazo, o que já foi feito: todas passaram a ser respondidas em segundos, pela mesma tela. Numa operação em que há hospitais esperando do outro lado, essa resposta não é relatório — é o serviço.

Porque esse é o nosso negócio: empoderar pessoas. Impactar organizações.
Central IT

Demonstração

Um ventilador parado na UTI, do chamado à troca.

Um vídeo contínuo pelo sistema, no caminho de um equipamento crítico que para às 07h10 e é substituído no mesmo turno, com contrato, prazo e evidência amarrados ao chamado.

atendimento.locadora.interno
EMLocação de equipamentos médico-hospitalaresHospitaisClínicasEngenharia clínica07:10

Atendimento a hospitais e clínicas

Chamado técnico, manutenção, calibração e troca de equipamento, 24 horas por dia.

Abrir chamado

Equipamento parado
Troca emergencial
Manutenção corretiva
Manutenção preventiva
Calibração
Entrega e retirada
Laudo e evidência
Contrato e prazo
Atendimento técnicoOnline agoraAbrir chamado crítico

Numa locadora de equipamentos médicos, quem abre chamado é o hospital.

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  1. Numa locadora de equipamentos médicos, quem abre chamado é o hospital.
  2. Manutenção, calibração, entrega, troca: cada pedido tem prazo de contrato.
  3. E há uma categoria em que a demora deixa de ser problema de TI.
  4. 07h10. O ventilador do leito 7 da UTI para de funcionar.
  5. Quem avisa é a enfermagem, do leito, e não um formulário.
  6. O sistema reconhece o hospital, o contrato e o prazo de quatro horas.
  7. Criticidade e prazo saem definidos na entrada, sem triagem manual.
  8. Na fila, o que muda não é a velocidade. É a ordem.
  9. O ventilador em UTI nasce na frente da cama em manutenção prevista.
  10. Antes de virar uma troca, o chamado consulta oito fontes.
  11. Contrato, estoque, calibração, rota: tudo respondido em segundos.
  12. E quem responde pelo contrato deixa de depender de planilha.
  13. O prazo cumprido em serviços críticos saiu de 74% para 96%.
  14. Quando o equipamento para, o hospital não pode esperar.

Fale com um especialista CentralIT

Equipamento parado em ambiente crítico é um problema clínico antes de ser um problema técnico. Se a sua operação ainda trata os dois na mesma fila, vale conversar.